Fio de Esperança
domingo, 29 de maio de 2011
1 ano e 8 meses!
Saudades é grande, a dor é eterna , mas a esperança do reencontro e do Amor em Deus no une e nos guia para sempre!
domingo, 16 de janeiro de 2011
SUICÍDIO - TABU
Quando falamos em suícidio nos deparamos com muito preconceito e desinformação. O tabu impera e é um problema social que velado, muitas vidas se vão e a dor permanece entre os familiares que ficam sem saber o que houve na verdade.
Muitas causas podem gerar tal consequência, onde não existem culpados, mas a informação pode fazer com que certas atitudes sejam diferentes.
Normalmente consegue-se lidar razoavelmente bem com problemas de stress e isolamento ou acontecimentos e experiências traumáticas, mas quando há uma acumulação de tais acontecimentos a capacidade de lidar com tais situações é levada ao limite.
A tensão ou trauma gerado por um dado acontecimento variará de pessoa para pessoa dependendo da sua experiência e de como lida com esse trauma em particular. Umas pessoas são mais ou menos vulneráveis a acontecimentos particulares de trauma, e outras podem considerar determinados acontecimentos como traumáticos que outros verão como uma experiência positiva. Além do mais, cada indivíduo lida com a tensão e o trauma de formas diferentes; a presença de múltiplos factores de risco não implica necessariamente que uma pessoa cometa o suicídio.
Dependendo da resposta individual da pessoa, os fatores de risco que podem contribuir para o comportamento suicidário são:
Psicopatológicos
1. Depressão endógena, esquizofrenia, alcoolismo, toxicodependência e distúrbios de personalidade;
2. Modelos suicidários: familiares, pares sociais, histórias de ficção e/ou notícias veiculadas pelos mídia;
3. Comportamentos suicidários prévios;
4. Ameaça ou ideação suicida com plano elaborado;
5. Distúrbios alimentares (bulimia).
Pessoais
1. Ter entre 15 e 24 anos ou mais de 45;
2. Pertencer ao sexo masculino e raça branca;
3. Morte do cônjuge ou de amigos íntimos;
4. Escolaridade elevada;
5. Presença de doenças de prognóstico reservado (HIV, cancro etc.);
6. Hospitalizações frequentes, psiquiátricas ou não;
7. Família atual desagregada: por separação, divórcio ou viuvez.
Psicológicos
1. Ausência de projetos de vida;
2. Desesperança contínua e acentuada;
3. Culpabilidade elevada por atos praticados ou experiências passadas;
4. Perdas precoces de figuras significantes (pais, irmãos, cônjuge, filhos);
5. Ausência de crenças religiosas.
Sociais
1. Habitar em meio urbano;
2. Desemprego;
3. Mudança de residência;
4. Emigração;
5. Falta de apoio familiar e/ou social;
6.. Reforma;
8. Acesso fácil a agentes letais, tais como armas de fogo ou pesticidas;
9. Estar preso.
É frequente as pessoas com comportamentos suicidários darem sinais de alarme, consciente ou inconscientemente, esses sinais que indicam a necessidade de ajuda e a esperança de poderem ser salvas. Estes sinais aparecem usualmente agrupados e geralmente são bastante perceptíveis. A presença de um ou mais destes sinais não é uma garantia de que a pessoa pretende cometer o suicídio: a única forma de ter a certeza é perguntando. Noutros casos, o suicida pode não querer ser salvo, e pode evitar dar sinais de alarme.
Alguns sinais de alarme que frequentemente são exibidos pelas pessoas que têm a intenção de cometer suicídio são:
• Afastar-se dos amigos e da família.
• Depressão, de uma maneira geral; não necessariamente a presença de uma doença mental diagnosticável, tal como a depressão clínica, mas indicada por sinais tais como:
• Dor psicológica intolerável (por falta das necessidades psicológicas elementares);
• Perda da auto-estima (com incapacidade para aguentar a dor psicológica);
• Constrição da mente (menos horizontes e menos tarefas);
• Isolamento (sensação de vazios e de falta de amparo);
• Desesperança (sensação de nada valer a pena);
• Egressão (fuga como única solução para acabar com a dor intolerável);
Esta lista não é definitiva: algumas pessoas podem não mostrar sinais e ainda assim terem ideias de suicídio, outros podem mostrar vários sinais mas enfrentarem bem as situações; a única forma de saber com certeza é perguntando. Em conjunção com os fatores de risco acima listados, esta lista pretende ajudar na identificação daqueles que podem ter necessidade de apoio.
Se uma pessoa se encontra fortemente perturbada, imaginou um plano potencialmente letal para cometer suicídio e tem formas ou meios disponíveis de o executar imediatamente, é considerado como um forte potencial suicida, isto é, em elevado risco.
As vítimas de depressão, quando começam a melhorar e ter consciência do que causou a doença, são as potenciais vítimas, pois seus familiares acreditam na recuperação e são surpreendidos com o inesperado.
A intenção deste texto é ajudar e debater sobre o assunto, um espaço para consolo e auxílio dos familiares, não cabendo julgamento de valores e atitudes.
O importante é o AMOR DE DEUS a todos os seus filhos e a misericórdia infinita que recai aos filhos que erram , mas com certeza terão oportunidade do arrependimento e reparação.
Muitas causas podem gerar tal consequência, onde não existem culpados, mas a informação pode fazer com que certas atitudes sejam diferentes.
Normalmente consegue-se lidar razoavelmente bem com problemas de stress e isolamento ou acontecimentos e experiências traumáticas, mas quando há uma acumulação de tais acontecimentos a capacidade de lidar com tais situações é levada ao limite.
A tensão ou trauma gerado por um dado acontecimento variará de pessoa para pessoa dependendo da sua experiência e de como lida com esse trauma em particular. Umas pessoas são mais ou menos vulneráveis a acontecimentos particulares de trauma, e outras podem considerar determinados acontecimentos como traumáticos que outros verão como uma experiência positiva. Além do mais, cada indivíduo lida com a tensão e o trauma de formas diferentes; a presença de múltiplos factores de risco não implica necessariamente que uma pessoa cometa o suicídio.
Dependendo da resposta individual da pessoa, os fatores de risco que podem contribuir para o comportamento suicidário são:
Psicopatológicos
1. Depressão endógena, esquizofrenia, alcoolismo, toxicodependência e distúrbios de personalidade;
2. Modelos suicidários: familiares, pares sociais, histórias de ficção e/ou notícias veiculadas pelos mídia;
3. Comportamentos suicidários prévios;
4. Ameaça ou ideação suicida com plano elaborado;
5. Distúrbios alimentares (bulimia).
Pessoais
1. Ter entre 15 e 24 anos ou mais de 45;
2. Pertencer ao sexo masculino e raça branca;
3. Morte do cônjuge ou de amigos íntimos;
4. Escolaridade elevada;
5. Presença de doenças de prognóstico reservado (HIV, cancro etc.);
6. Hospitalizações frequentes, psiquiátricas ou não;
7. Família atual desagregada: por separação, divórcio ou viuvez.
Psicológicos
1. Ausência de projetos de vida;
2. Desesperança contínua e acentuada;
3. Culpabilidade elevada por atos praticados ou experiências passadas;
4. Perdas precoces de figuras significantes (pais, irmãos, cônjuge, filhos);
5. Ausência de crenças religiosas.
Sociais
1. Habitar em meio urbano;
2. Desemprego;
3. Mudança de residência;
4. Emigração;
5. Falta de apoio familiar e/ou social;
6.. Reforma;
8. Acesso fácil a agentes letais, tais como armas de fogo ou pesticidas;
9. Estar preso.
É frequente as pessoas com comportamentos suicidários darem sinais de alarme, consciente ou inconscientemente, esses sinais que indicam a necessidade de ajuda e a esperança de poderem ser salvas. Estes sinais aparecem usualmente agrupados e geralmente são bastante perceptíveis. A presença de um ou mais destes sinais não é uma garantia de que a pessoa pretende cometer o suicídio: a única forma de ter a certeza é perguntando. Noutros casos, o suicida pode não querer ser salvo, e pode evitar dar sinais de alarme.
Alguns sinais de alarme que frequentemente são exibidos pelas pessoas que têm a intenção de cometer suicídio são:
• Afastar-se dos amigos e da família.
• Depressão, de uma maneira geral; não necessariamente a presença de uma doença mental diagnosticável, tal como a depressão clínica, mas indicada por sinais tais como:
• Dor psicológica intolerável (por falta das necessidades psicológicas elementares);
• Perda da auto-estima (com incapacidade para aguentar a dor psicológica);
• Constrição da mente (menos horizontes e menos tarefas);
• Isolamento (sensação de vazios e de falta de amparo);
• Desesperança (sensação de nada valer a pena);
• Egressão (fuga como única solução para acabar com a dor intolerável);
Esta lista não é definitiva: algumas pessoas podem não mostrar sinais e ainda assim terem ideias de suicídio, outros podem mostrar vários sinais mas enfrentarem bem as situações; a única forma de saber com certeza é perguntando. Em conjunção com os fatores de risco acima listados, esta lista pretende ajudar na identificação daqueles que podem ter necessidade de apoio.
Se uma pessoa se encontra fortemente perturbada, imaginou um plano potencialmente letal para cometer suicídio e tem formas ou meios disponíveis de o executar imediatamente, é considerado como um forte potencial suicida, isto é, em elevado risco.
As vítimas de depressão, quando começam a melhorar e ter consciência do que causou a doença, são as potenciais vítimas, pois seus familiares acreditam na recuperação e são surpreendidos com o inesperado.
A intenção deste texto é ajudar e debater sobre o assunto, um espaço para consolo e auxílio dos familiares, não cabendo julgamento de valores e atitudes.
O importante é o AMOR DE DEUS a todos os seus filhos e a misericórdia infinita que recai aos filhos que erram , mas com certeza terão oportunidade do arrependimento e reparação.
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